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Marcelo M. Orlandi – 22 de março de 2009
Quem acessa a internet, usa cartão de crédito, assina tv a cabo, utiliza celulares (e faz dezenas de outras coisas) deixa, todos os dias, uma séria de pistas e informações sobre nosso hábitos, ações, comportamento e costumes. Mas… Quem coleta estes dados? Quem os examina? E (o mais importante, talvez) o que estão fazendo com eles?
São estas as informações que o jornalista Stephen Baker explora no livro NUMERATI .
Segundo o autor, uma nova elite matemática está descobrindo meios de dissecar cada ação nossa e prever, de maneira precisa, nosso próximo passo.
Os NUMERATI se inflitram em todas as áreas da atividade humana. Estão analisando nossas compras, nossos valores políticos, nossa saúde e nossas vidas.
Nossa privacidade pode evaporar, segundo Stephen…
Uma leitura esclarecedora! Para quem trabalha com internet, é imperdível :^0
P.S. : como diz Chris Anderson (autor do livro A Cauda Longa) na contra-capa do livro, Numerati é “uma leitura obrigatória para quem deseja entender a vida e os negócios da Era do Google”.
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Marcelo M. Orlandi – 17 de março de 2009
Cada vez mais em uso na web, os grids têm a missão de sustentar o design de um site, tornando-os mais bonitos e atrativos.
O grid (diagrama, ou grade de alinhamento) põe, literalmente, cada coisa em seu devido lugar. Organiza os elementos de uma página, dividindo-a em áreas, e dão maior consistência ao design, seja ele qual for. Sua função é criar ordem na “bagunça” em que pode se transformar um documento. O grid padroniza os espaços e ajuda o design a elaborar páginas de maneira estruturada.
Bem, até aqui, nada de novo.
A novidade que começa a ganhar adeptos é que designers online estão começando a utilizar frameworks para ajudá-los na (ingrata) tarefa de se definir um (bom) grid de comunicação. Esse é um bom exemplo de como um grid pode ser definido com a ajuda de um (existem outros, assim como tutoriais, sites e blogs que abordam mais o assunto).
Tempo (e dinheiro) são poupados com a ajuda dos frameworks, que valorizam (ainda mais) o trabalho de um bom design.
Um pixel, vale ouro!:^)
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Cristina Almeida – 1 de março de 2009
Esta semana li uma notícia sobre as redes sociais que me fez pensar no ser humano. Trata-se da história da jovem secretária que foi demitida porque escreveu em sua página do Facebook que seu trabalho era chato. A empresa alegou como justa causa da demissão o fato de que ter uma funcionária que não vestia a camisa não lhes interessava, pois esse tipo de atitude diminuía sua credibilidade no mercado.
Facebook é a rede social mais difusa no mundo. Fundada em 2004, possui 175 milhões de usuários que a utilizam para trocar mensagens, publicar fotos e comentários. O caso da secretária inglesa não foi o primeiro. Em janeiro alguns empregados da loja Marks&Spencer publicaram uma mensagem onde diziam que os clientes da loja eram idiotas; meses antes, a famosa companhia British Airways dispensou funcionários que declararam que alguns passageiros eram mal cheirosos e desagradáveis. Outra companhia aérea, a Virgin Atlantic, fez o mesmo quando comissários de bordo descreveram os clientes como perfeitos cafonas.
Como já dissemos, as redes sociais podem ser uma bênção ou uma pena. Não é porque todo o processo é traiçoeiro. É que a rede repete o próprio homem em seus comportamentos. Embora estejamos falando de uma ferramenta que conta com mais de uma centena de milhão de pessoas, os processos acontecem como se estivéssemos um uma praça de uma pequena cidade. Uma fofoquinha sem grandes pretensões, na web, torna-se uma bomba.
Não se trata de censura da liberdade de expressão. Todo mundo faz fofoca e adora ouvir uma. Mas é preciso saber que esse tipo de atitude pode causar consequências terríveis.
Mais uma vez, é a rede que nos faz olhar para o espelho. Somos seres sociais e embora possa ser verdade tudo o que foi dito pelos funcionários, para vivermos em sociedade precisamos respeitar alguns códigos. Por mais que algo seja verdadeiro, existem certas coisas que não devem ser feitas e ditas, sob pena de criar circunstâncias muitas vezes irreversíveis, não só no mundo do trabalho, mas também nas relações que mais apreciamos. Chamem isso de educação, bom senso, saber fazer as coisas. Mas tudo se resume em discernimento. E isso é algo que se aprende desde pequeno, habilidade que nos servirá por toda a vida. Para o nosso bem.