É o que está acontecendo com a mídia, nos Estados Unidos.
Na coluna CONVERGÊNCIA, do Meio & Mensagem desta semana, Mauro Cavalletti comenta:
“Jornais tradicionais estão fechando pelo País todo, em ritmo nunca visto.”
E segue, falando sobre a atual situação econômica, na opinião dele:
“Esta é uma crise de paradigmas, e enquanto um formato desaparece, outros emergem com força e agressividade. Os modelos puramente digitais, como as redes sociais, vão crescendo com êxito, e modelos alternativos de publicação vão surgindo estimulados pelas novas tecnologias.”
As diferenças entre mídia comprada, mídia própria e mídia ganha (segundo o chairman de Mauro, Bob Greenberg, em reportagem publicada pela revista Adweek):
“(…) mídia comprada (propaganda, de comerciais de tv aos banner de internet), mídia própria (websites e outras plataformas digitais construídas e mantidas pelo cliente) e mídia ganha (mídia gerada gratuitamente pelo público, através de estratégias de redes sociais e menos dependentes de mídias pagas para alcançar o consumidor).”
E, finalmente, como agir numa cenário como este, de grandes mudanças:
“Encarando de frente este momento desafiador, muitas agências (de publicidade) estão operando novos modelos – mais ágeis, mais dinâmicos, mas colaborativos. As tradicionais “duplas de criação” ficaram obsoletas. As equipes criativas agora incluem disciplinas como design de interação; e tecnologia, que tem a maestria de dar vida às ideias, de maneira precisa e inovadora.”
Para quem trabalha com internet, o cenário atual – de “crise”, de transformações profundas ou de mudanças de paradigma (ou de qualquer outro nome) – é bastante promissor.
Novos pradrões serão estabelecidos. Novas estruturas se erguerão, e nosso desafio será (igualmente) grande.