Category: Comportamento

Técnica Pomodoro: organize-se e tenha foco

Posted by – 27 de agosto de 2009

tecnica-pomodoroAprenda a lidar com as interrupções internas (ocasionadas por nós mesmos) e externas.

A ideia básica da Técnica Pomodoro surgiu no final dos anos 80, durante os primeiros anos de estudo na faculdade onde estudava o italiano Francesco Cirillo. Antes mesmo de completar o primeiro ano, Francesco se achava muito confuso e pouco produtivo. Depois de um dia todo dedicado exclusivamente às aulas e ao estudo, ele chegava em casa com a sensação de não saber direito o que havia feito.  Francesco estava em crise, e a Técnica Pomodoro é o fruto de suas indagações. 

A DESCOBERTA
Um dia, durante uma aula, no campus onde costumava estudar, observou (de maneira crítica) seus colegas, e logo em seguida olhou a si mesmo, ainda mais crítico; reparou na maneira como ele se organizava, como ele interagia com seus colegas e como estudava. Para ele, estava claro que o grande número de distrações e interrupções -  e o baixo nível de concentração e motivação  – estavam na raiz da crise que ele estava vivendo.

O DESAFIO
Então, ele se propôs a um desafio, tanto útil quanto humilhante: “Você pode estudar – verdadeiramente – por 10 minutos?” Francesco precisava de um objetivo palpável, real, um medidor de tempo, um tutor para a sua descoberta. Foi quando ele encontrou, em sua cozinha, um timer, um medidor de tempo em forma de pomodoro (um tipo de tomate italiano). Em outras palavras, ele encontrou um Pomodoro.

A TÉCNICA
Francesco levou tempo para aprimorar a nova técnica, e muito esforço. Na tentativa de solucionar problemas (cada vez mais complexos), Francesco, aos poucos, amadureceu a Técnica Pomodoro, a qual ele descreve neste documento. Bonita, simples e elegante, a Técnica ajudou-o a manter-se focado, organizado e concentrado no desempenho de suas tarefas.

COMO FUNCIONA 

  • Você trabalha numa única tarefa durante 25 minutos, sem parar, e ao final, descansa de 3 a 5 minutos;
  • faça isso durante 4 vezes seguidas (são 4 pomodoros);
  • ao final de 4 pomodoros, descanse de 25 a 30 minutos.

Você precisa de papel, caneta e algo que marque o tempo (um timer de cozinha). A cada pomodoro, marque um X ao lado da tarefa.

INTERRUPÇÕES, O QUE FAZER COM ELAS?
A cada interrupção interna, anote a tarefa em questão, e coloque-a numa lista de tarefas chamada URGENTES NÃO PLANEJADOS. Faça um pomodoro com TODAS estas tarefas, assim que possível, e resolva suas pendências, uma a uma.

BENEFÍCIOS
A principal: uma (grande) mudança de percepção do seu tempo. Passe a trabalhar por POMODOROS, e não mais por HORAS. POMODOROS são pontos ganhos; uma estimativa que liga tarefas ao tempo de execução de cada uma delas. Trabalhar com POMODOROS ajuda- o no controle da ansiedade e no fluxo de trabalho constante.

UMA DICA
Pomodoros são indivisíveis. Uma tarefa interrompida significa uma perda irreparável. Se for interrompido, comece novamente o seu Pomodoro (e proteja-o!).

MAIS INFORMAÇÕES
http://www.pomodorotechnique.com/
http://cirillosscrapbook.wordpress.com/

Alguém quer me jogar um tomate:`)?

Facefocas

Posted by – 1 de março de 2009

fofoca

Esta semana li uma notícia sobre as redes sociais que me fez pensar no ser humano. Trata-se da história da jovem secretária que foi demitida porque escreveu em sua página do Facebook que seu trabalho era chato. A empresa alegou como justa causa da demissão o fato de que ter uma funcionária que não vestia a camisa não lhes interessava, pois esse tipo de atitude diminuía sua credibilidade no mercado.

Facebook é a rede social mais difusa no mundo. Fundada em 2004, possui 175 milhões de usuários que a utilizam para trocar mensagens, publicar fotos e comentários. O caso da secretária inglesa não foi o primeiro. Em janeiro alguns empregados da loja Marks&Spencer publicaram uma mensagem onde diziam que os clientes da loja eram idiotas; meses antes, a famosa companhia British Airways dispensou funcionários que declararam que alguns passageiros eram mal cheirosos e desagradáveis. Outra companhia aérea, a Virgin Atlantic, fez o mesmo quando comissários de bordo descreveram os clientes como perfeitos cafonas.

Como já dissemos, as redes sociais podem ser uma bênção ou uma pena. Não é porque todo o processo é traiçoeiro. É que a rede repete o próprio homem em seus comportamentos. Embora estejamos falando de uma ferramenta que conta com mais de uma centena de milhão de pessoas, os processos acontecem como se estivéssemos um uma praça de uma pequena cidade. Uma fofoquinha sem grandes pretensões, na web, torna-se uma bomba.

Não se trata de censura da liberdade de expressão. Todo mundo faz fofoca e adora ouvir uma. Mas é preciso saber que esse tipo de atitude pode causar consequências terríveis.

Mais uma vez, é a rede que nos faz olhar para o espelho. Somos seres sociais e embora possa ser verdade tudo o que foi dito pelos funcionários, para vivermos em sociedade precisamos respeitar alguns códigos. Por mais que algo seja verdadeiro, existem certas coisas que não devem ser feitas e ditas, sob pena de criar circunstâncias muitas vezes irreversíveis, não só no mundo do trabalho, mas também nas relações que mais apreciamos. Chamem isso de educação, bom senso, saber fazer as coisas. Mas tudo se resume em discernimento. E isso é algo que se aprende desde pequeno, habilidade que nos servirá por toda a vida. Para o nosso bem.

Para trair e coçar é só teclar!

Posted by – 1 de fevereiro de 2009

trair-e-cocar

Tenho lido muito sobre redes sociais por razão do ofício, por incentivo e por curiosidade. Não participo do Facebook, nem do Orkut, mas por todos os lados ouço histórias sobre brigas fenomenais, casamentos e namoros desfeitos, tudo por que uma relação teoricamente virtual pode ter a força de um furacão na vida das pessoas. Ouvi dizer até que, um marido descoberto, contratou um hacker para acabar com suas pegadas na rede!

Ok, as redes sociais são uma espécie de grande praça onde as pessoas se encontram, se conhecem e, de alguma forma, tentam colaborar. Pensando na realidade brasileira, sabemos que não podemos frequentar esses espaços públicos, pois eles não são mais públicos. A alternativa são os shoppings que, de tão afolados, não propiciam interação.

Porém, as redes sociais são as novas praças. Se você está sozinho no mundo, se sua vida não é o que imaginava deveria ser, é claro que você pode se tornar o personagem que quiser numa praça virtual. Então é fácil encontrar outras pessoas na mesma circunstância e, daí, partirem para um encontro real.

O que deveria ser uma espécie de colaboração entre amigos pode virar justa causa para separações. Como o adultério não é mais crime, nem no mais católico dos países, restam os danos morais de quem foi substituído. Mas a rede, desculpem, é só o meio. Se ela ainda não existisse seria o trabalho, as horas de almoço, as academias, enfim, qualquer lugar onde a pessoa pudesse colocar em movimento sua imensa necessidade de projeção. Freud explica!

O Facebook e o Orkut podem acabar com a vida sentimental de quem já não tem vida sentimental há muito tempo e está procurando uma forma de enfrentar isso sem dor. Como essa opção não existe, os americanos, sempre práticos, embora aceitem como prova de traição um e-mail entre um casal que nunca se encontrou pessoalmente, está resolvendo o assunto com um novo protótipo de rede social, cujo slogan poderia ser Trair e coçar basta teclar. Garantindo traições virtuais sem vestígios, uma certa rede já possui 3 milhões de inscritos, e com apenas 49 dólares (!!!!!!!!!!), é possível salvar um casamento traindo com segurança!!!!!!

Não terá chegado a hora de conhecer mais sobre nós mesmos, aproveitando as oportunidades que as redes nos proporcionam para aprender algo sobre verdade, honestidade, por exemplo? Seja sincero: quantas vezes uma rede social colocou sua relação real em jogo? Foi a REDE ou VOCÊ que deu oportunidade a isso?

Não tenho tempo para escrever um blog

Posted by – 22 de janeiro de 2009

Essa é a afirmação que escuto ao sugerir que alguém (ou alguma empresa) tome a iniciativa de escrever um blog. Mas será que o tempo é, realmente, o gargalo, o obstáculo (real e verdadeiro) a ser superado? Será que, neste mundo caótico (e cada vez mais midiático) as pessoas estão perdendo (cada vez mais) seu precioso tempo para escrever, e a troco de de quê?

Vejamos alguns números: segundo o Ibope, nada mais nada menos que 53% dos usuários brasileiros participam de redes sociais (Orkut, Facebook, …); 40% mantém suas próprias páginas nessas redes; 18% acessam blogs (número este em rápida expansão) e 7% possui o seu próprio blog. Empresas e marcas, por outro lado, estão cada vez mais atentas a estas tendências, e estão interessadíssimas no conteúdo que é gerado por estes usuários. E isso não ocorre por acaso; o interesse se dá (obviamente) por tentar enxergar, ou descobrir, um maneira de utilizar essas (e outras) redes sociais para futuras ações de marketing (a Tecnica, por exemplo, já vende uma parcela significativa de seus empreendimentos apenas blogando sobre eles).

Concordo que manter um blog (atualizado) é uma tarefa “a mais” para o seu dia-a-dia; blogar exige disciplina e dedicação.

Mas, há inúmeras vantagens no processo de se manter um (bom) blog.

Cultivar um bom blog é como cultivar (boas) relações humanas. Através de um blog, podemos saber o que se passa na cabeça de uma pessoa, quais são suas idéias, seus ideais (o mesmo vale para empresas) e, ao invés de falar com alguns amigos, você pode COMPARTILHAR seus gostos, preferências e admirações com centenas (ou milhares) de pessoas que têm (certamente) afinidades e interesses semelhantes aos seus.

O interesse pela blogosfera também já conquistou, além de pessoas e empresas, a classe política. Veja o exemplo do recém-eleito (e atual) presidente dos EUA, Barack Obama. Logo no seu primeiro dia de governo, ele inaugura o novo site da Casa Branca (um dos mais acessados do mundo) e inicia, em caráter inédito um blog! Sim, no ar o blog da Casa Branca.

E a lista não pára por aí. Atletas, cientistas, escritores e atores (só para exemplificar) estão cada vez mais plugados, e lançam mão da ferramenta mais prática, rápida e eficaz que existe para (tentar) compartilhar conteúdo e afinidades com outras pessoas.

Convenhamos… se até a Juliana Paes tem um blog… Bem, você também pode (e deve) ter um; afinal de contas, ela, você, eu… ou próprio presidente dos EUA – todos nós – temos as mesmas 24 horas do dia para fazer tudo o que desejamos.

Faça história. Escreva um blog:^)

The Geek Girls, ou as lagartixas da web

Posted by – 19 de janeiro de 2009

Uma notícia bem humorada sobre as relações das mulheres com a rede de computadores. Aqui na Itália e na Inglaterra elas são chamadas Geek Girls, em português, Meninas Lagartixas. Isso porque elas se sentem atraídas pela rede, assim como as lagartixas se sentem atraídas pelas paredes… Na verdade, trata-se de um movimento silencioso onde todas estão empenhadas em lutar contra aquele preconceito cristalizado de que as mulheres são incapazes de saber para que serve um modem.

Não, as mulheres não têm inveja do modem! Na web, elas estão mais preocupadas em facilitar as próprias vidas: pagam contas, compram passagens aéreas e encomendam a compra do mês, além de manter contato com filhos, professores dos filhos, namorados etc..

Isso significa que a web está ajudando as mulheres a economizar tempo e não é por acaso que o interesse delas pela internet tenha aumentado o dobro do quanto se sabia pouco tempo atrás (os dados aqui na Itália é de que em 2003, as webnavegantes superavam os 30%. Hoje passaram de 45%. Entre as moçoilas na faixa dos 25 anos, a percentagem, comparada aos homens, hoje já é de 50% para cada um).

Por outro lado, as mulheres estão começando a gerenciar empresas ligadas à informática, promovendo a tecnologia, com encontros e espetáculos para os profanos da web. Outras, já projetam servidores e redes wireless, e as especialistas em eletrônica já chegam aos de 10%.

Sabe-se que na Google existe uma quota-rosa, isto é, um percentual mínimo de contratações de mulheres. A brincadeira que corre nos corredores da empresa é que essa quota de 25% não é para as vagas de faxineiras!!!!!!!! Brincadeiras de mau gosto à parte, o fato é que a web imita a vida e as mulheres, por adorarem falar, são presença garantida nos blogs e nas redes sociais.

Aliás, essa característica é que faz com que donas de casa apaixonadas por fotografia, foodbloggers e empresárias iniciem novas amizades e, depois, marquem um almoço ou um jantar para se conhecerem pessoalmente. Nesses encontros, o comparecimento das lagartixas é garantido!

Enquanto os homens discutem via web sobre quem tem o melhor processador, as mulheres fazem da rede uma rede: uma oportunidade para saber mais, conhecer pessoas, organizar a vida e, quem sabe, achar um trabalho melhor.

Dicas para implementar uma rede social

Posted by – 11 de dezembro de 2008

Esta é uma resposta à solicitação de Greencard conseqüente ao post – A força das redes sociais. O leitor solicitava informações sobre o tema em outra língua. Fiz uma breve pesquisa no Google, usando as palavras – social media corporate blogs. Encontrei várias informações, e escolhi um vídeo que me pareceu bastante interessante.

Para treinar os ouvidos e o inglês, ouça Jeremiah Owyang, especialista em mídias corporativas e proprietário da empresa PodTech. No vídeo, uma entrevista, ele explica o que absorver da blogosfera, como participar de conversas e construir uma comunidade, usando-a como instrumento de sucesso. Responde também perguntas de bloggers sobre a importância de estabelecer credibilidade usando a rede social. Ele encerra dizendo que blogs se tornarão tão onipresentes (estarão em toda a parte) como o Google…

Espero que possa acrescentar algo a todos.

Assistam, leiam:
How to Implement a Corporate Social Media Strategy

Blogs: a força das redes sociais

Posted by – 2 de dezembro de 2008

Caros, nada será como antes, ou tudo que vocês têm visto até agora não se compara àquilo que ainda verão. Esse parece ser o lema que norteia o poder das redes sociais que, para além dos Orkuts da vida, estão revolucionando o mundo da comunicação via internet.

O que explicaria a existência de 133 milhões de Blogs na rede, e o assombroso número de 900 mil posts diários? Provavelmente a sensação de que não estamos sozinhos neste mundo em nossos relacionamentos afetivos e profissionais e, assim, podemos compartilhar idéias e ideais com pessoas que têm os nossos mesmos gostos e interesses.

Talvez a maior característica de um Blog é que ele não surge com o propósito de divulgar informações irreais, e nada contra a corrente de que o mundo virtual camufla e gera expectativas falsas. Um Blog pode não só revelar algo que se tentou ocultar, como permite esclarecer o que causou determinada crise. É o que já se chamou de boca-a-boca virtual, que pode engrandecer ou afundar alguma iniciativa.

Passada a febre dos sites, hoje cartões de visitas pessoais e empresariais, os Blogs começaram a migrar dos assuntos de interesse geral para o mundo corporativo. Como assim? Bem, o público deseja ter acesso a conteúdos especializados e espera poder interagir com empresas que lhes forneçam determinado produto ou serviço.

A flexibilidade que um Blog permite supera, em muito, os enfadonhos serviços de atendimento ao cliente, sempre impessoais. Poder ter acesso direto aos valores que norteiam uma empresa, não através de uma descrição detalhada de suas metas e fundamentos, mas através de idéias que se renovam, é um poderoso veículo que leva aos clientes transparência e credibilidade (esta, evidenciada pela atenção ao que acontece no mundo e a vontade de fazer parte das mudanças que ele apresenta).

O que justifica o sucesso dos Blogs de empresas como a Livraria Cultura (Blog do Riuston) ou da Tecnisa (que, sem querer, fez de seu Blog um ponto de vendas), é que o usuário de internet sabe que atrás das palavras inseridas a cada semana ou a cada evento, existem realmente pessoas que compartilham o mesmo desejo de interagir. Um post não traz só informações relevantes, ele abre oportunidade de discussão. O mais importante, na verdade, é que um Blog permite que os outros sejam realmente ouvidos (lidos) em suas necessidades.

Existe coisa melhor do que ser entendido?

P.S.: Se você acha que não é capaz de ter conteúdo escrito para um Blog, fale! Conheça este microblog:
http://www.gengibre.com.br/

Escreva na web como se cozinha um peixe, não exagere

Posted by – 20 de outubro de 2008

Se você se julga um bom redator e está pensando em se especializar em textos para a rede, não se esqueça: nesse território, menos é mais!

Em primeiro lugar, esqueça tudo o que aprendeu até hoje. Aquela fórmula piramidal, onde você desenvolvia um determinado raciocínio, direcionando o leitor à conclusão, não funciona! Neste mundo, o fim vem antes do começo e você tem apenas 4 segundos para provar que seu texto vale a pena ser lido.

Isso acontece porque a leitura na web não acontece da mesma forma como se lê um jornal, uma revista. Os olhos funcionam como um radar que detecta determinadas palavras-chave ou fragmentos do texto que dão alguma noção de seu conteúdo. As estatísticas convencem: 79% dos leitores se comportam dessa maneira diante de uma página, e somente 16% lêem palavra por palavra.

A técnica
Dê destaque a palavras chaves por meio de negrito, hipertextos, cores ou fontes diferentes. Ao invés de usar subtítulos criativos, use palavras que possam dar significado ao texto que o segue. Discorra sobre apenas uma idéia em cada parágrafo, pois é possível que o leitor não entenda do que você está falando.

Quanto ao tamanho do texto, tenha em mente que ele deve ser compacto. Para se ter uma idéia, se num texto normal você usaria uma lauda, na net será a metade de uma lauda. Lembre-se de que a conclusão do seu texto deve encabeçar a redação. Os detalhes sobre o assunto, você dará ao leitor no corpo do texto.

Credibilidade
Por último, seu texto deve transmitir credibilidade, que se resume em boa apresentação, boa redação e indicação de outros links que possam acrescentar algo à informação que você está disponibilizando. Para o leitor, isso significa que você também pesquisou outras fontes.

Ah, e esqueça o jargão marqueteiro. Seja simples, limpo e direto. Não exagere!

Obama e a transição

Posted by – 20 de setembro de 2008

Além de ser um exemplo de político conectado e de sua vitória ser um modelo de estratégia de marketing vitoriosa (leia mais no Webinsider), o futuro presidente dos E.U.A. segue inovando e pede – junto ao povo americano – sugestões para o seu governo, através do site Change.gov. Quer mais?

  • - dentro do site, existe um blog que vai documentar o processo de transição;
  • - também existem planos de publicar as biografias das pessoas que Obama está recrutando para o novo governo;
  • - o site também vai aceitar candidaturas para cargos no governo;
  • - os cidadãos americanos, no site, podem contar suas histórias a respeito do que a campanha de Obama significou para eles.

Barack Obama – na internet – fez (e continua fazendo) o óbvio: não utiliza a web como um adendo, um plus ou um simples complemento de outras mídias tradicionais.

Para o próximo líder do povo americano, a rede é uma plataforma de comunicação, onde você pode, sim, ser ouvido e notado. Mas você pode fazer melhor: ouvir. E, ouvindo, permitir que milhares de pessoas, de alguma forma, se expressem e contribuam com você, com a sua causa e com os seus ideais.