Segundo Jeremy Wright, autor do livro Blog Marketing, blogs são uma excelente para se atingir – basicamente – dois objetivos:
- evocar uma resposta emocional de seus leitores;
- proporcionar um meio saudável de expressão de tais sentimentos.
Para ele, toda a conversa que existe sobre “criar experiências positivas” (ou respostas emocionais, como descrito acima) gira em torno de uma única coisa: fazer com que pessoas se convertam de consumidoras de seu produto em evangelistas, e num próximo estágio, passem de evangelistas a clientes apaixonados. Veja o exemplo abaixo:
CONSUMIDOR > CLIENTE > PESSOA > COLABORADOR
O desafio desta tarefa é que a evolução dos clientes não requerem mudanças sobre os mesmos. Elas ocorrem em você! E, quanto mais você se aproximar deles, mais difícil fica!
Passar de consumidor a cliente não é muito difícil, é uma mera mudança de perspectiva. Mas passar de cliente a pessoa requer que você trate cada cliente de maneira única e individual. E passar de pessoa a colaborador é um passo ainda maior, pois significa valorizar - verdadeiramente – a contribuição que elas oferecem a você e a sua empresa. Em suma, elas significam mais do que o negócio em si.
Voltando ao início do processo; o que são consumidores, além de um grupo sem rosto, cujo único propósito é gastar dinheiro? Os clientes, as pessoas e os colaboradores, por outro lado, têm rosto e, quando mais evoluídos (ou quanto mais próximos do status de “colaboradores”), mais fáceis de se identificar e de se comunicar.
Se a única maneira de se falar com os seus clientes é deixar recados na geladeira ou exibir placas de neon no jardim, até que ponto seu relacionamento será tido como valioso, importante e íntimo?
Imagine conversar todos os dias com os seus clientes como indivíduos, e (se possível) analisar, acatar e pôr e prática sugestões dadas por eles. Até que ponto sua empresa seria saudável, valiosa e lucrativa?
Os blogs podem ajudar (e muito) nesta árdua tarefa:^
