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Blog, um meio saudável de exprimir emoções

Posted by – 25 de junho de 2009

blogs-satisfacaoSegundo Jeremy Wright, autor do livro Blog Marketing,  blogs são uma excelente para se atingir – basicamente – dois objetivos:

  • evocar uma resposta emocional de seus leitores;
  • proporcionar um meio saudável de expressão de tais sentimentos.

Para ele, toda a conversa que existe sobre “criar experiências positivas” (ou respostas emocionais, como descrito acima) gira em torno de uma única coisa: fazer com que pessoas se convertam de consumidoras de seu produto em evangelistas, e num próximo estágio, passem de evangelistas a clientes apaixonados. Veja o exemplo abaixo:

CONSUMIDOR > CLIENTE > PESSOA > COLABORADOR

O desafio desta tarefa é que a evolução dos clientes não requerem mudanças sobre os mesmos. Elas ocorrem em você! E, quanto mais você se aproximar deles, mais difícil fica!

Passar de consumidor a cliente não é muito difícil, é uma mera mudança de perspectiva. Mas passar de cliente a pessoa requer que você trate cada cliente de maneira única e individual. E passar de pessoa a colaborador é um passo ainda maior, pois significa valorizar - verdadeiramente – a contribuição que elas oferecem a você e a sua empresa. Em suma, elas significam mais do que o negócio em si.

Voltando ao início do processo; o que são consumidores, além de um grupo sem rosto, cujo único propósito é gastar dinheiro? Os clientes, as pessoas e os colaboradores, por outro lado, têm rosto e, quando mais evoluídos (ou quanto mais próximos do status de “colaboradores”), mais fáceis de se identificar e de se comunicar.

Se a única maneira de se falar com os seus clientes é deixar recados na geladeira ou exibir placas de neon no jardim, até que ponto seu relacionamento será tido como valioso, importante e íntimo?

Imagine conversar todos os dias com os seus clientes como indivíduos, e (se possível) analisar, acatar e pôr e prática sugestões dadas por eles. Até que ponto sua empresa seria saudável, valiosa e lucrativa?

Os blogs podem ajudar (e muito) nesta árdua tarefa:^

As pessoas é que importam, os objetos não

Posted by – 20 de fevereiro de 2009

hug-macleod

Imperdível a entrevista de Hugh MacLeod (considerado o gura da web 2.0) – ao Meio & Mensagem desta semana (16.02.09).

Na virada do século, Hugh trabalhava junto à uma agência de publicidade (uma bem grande, e bem famosa) e, quando a propaganda mudou (nas palavras dele), ele fez o mesmo: deixou o emprego e tornou-se, em pouco tempo, referência para no mundo web. Estrategista de marketing, consultor de marcas famosas, como Dell e Microsoft, e autor do blog www.gapinvoid.com, Hugh parte da premissa de que na vida o que importa são as pessoas e não os objetos, esses apenas moléculas necessárias para a socialização.

Logo abaixo, alguns destaques da entrevista:

A transição
“Tive sorte de descobrir cedo qual era o potencial da internet e criar meu blog quando tudo ainda era visto como tendência e com certa desconfiança. Também tive a felicidade de trabalhar com os pioneiros da blogosfera, ou seja, os que nutriam interesse genuíno pelo novo meio.”

A publicidade tradicional
“O que vejo é que às vezes a publicidade faz com que as pessoas se sintam mais estúpidas do que são. É feita de maneira passiva e limitadora. (…). É preciso ir além da abordagem careta e ultrapassada de chegar e dizer: “Olá, meu nome é Hugo, tenho 43 anos, sou cartunista e ganho US$ 3 mil”. Ninguém se comunica dessa forma. (…) Esse é o segredo da web 2.0: tornar natural e intimista o relacionamento entre marcas e pessoas. As relações podem – e devem – ser reais e mundanas para que o consumidor não se sinta diminuído.”

O futuro do marketing
“Para mim, o segredo nada mais é do que contar histórias, coisas da vida. Aproximar a comunicação ao máximo da realidade e do cotidiano dos indivíduos é fundamental para acabar com a superficialidade. (…) No fim, o que importa mesmo é socializar.”

Blogs
“Blogs devem prezar pela simplicidade. E, por serem canais baratos, fáceis e de alcance global, pemitem experiências e comunicação baratas, simples e globais. Esses endereços são uma ótima maneira de fazer as coisas acontecerem indiretamente.”

A crise financeira e a expansão das mídias digitais
“As pessoas não tem mais dinheiro para investir em mídias caras. Com a crise, as diversas mídias tendem a competir menos entre elas, uma vez que o anunciante não vai mais gastar rios de dinheiro para se comunicar. Nesse caso, portanto, os canais digitais tendem a se sobressair por disponibilizarem mais espaço a custos muito menores.”

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